Este será um espaço de reflexão e de partilha sobre assuntos relacionados com os temas da Segurança Interna, da Defesa Nacional e afins...
publicado por Vera Lourenço de Sousa | Terça-feira, 04 Dezembro , 2012, 13:06

 

Iniciamos hoje uma rubrica à qual chamaremos – Recuperamos a nossa história.

 

Nela incluiremos narrações e fotos que nos remetem para o passado e que nos permitem conhecer ou recordar pessoas, episódios, acontecimentos e outras memórias da Polícia de Segurança Pública. Para que não sejam esquecidas!

 

 

Toca a parar! Toca a parar!

Luvas brancas, largos gestos
E grandes exaltações.
Dá passagem aos veículos,
Manda parar os peões.

Mãos para acolá,
Mãos para ali,
Toca a passar
Pi… pi… ri… pi…

Capacete desabado,
Um apito muito agudo,
Carrega a cara de mau
E pronto… está tudo mudo!

Mãos para acolá,
Mãos para ali,
Toca a passar
Pi… pi… ri… pi…
Aluno da Escola: EUGÉNIO DOS SANTOS

 

 

"Entre as tradições da nossa «Lisboa» conta-se a figura do sinaleiro da PSP, primeiro apeado e depois no seu característico pedestal ou peanha, alvo tantas vezes atingido pela objectiva das câmaras fotográficas – e não só…
Foi em 1927 que o Comandante da Secção de Trânsito da PSP de Lisboa instituiu o sinaleiro «cabeça de giz» como então era conhecido, equipado com capacete, luvas e «cassetete» brancos, usando ainda a braçadeira vermelha com T que mais tarde passou a ser o distintivo das brigadas de trânsito.
Algum tempo depois, os sinaleiros passaram a usar também punhos, cinturão e talabarte brancos.
Os efectivos destes verdadeiros auxiliares do trânsito, tão prestimosos como queridos da população citadina, chegaram a atingir, em Lisboa, o número de 270, disseminados pelas principais intercepções da cidade. Com a implantação dos semáforos, esse efectivo diminuiu, e em 1974 contavam-se somente 72 sinaleiros.
Mais que quaisquer outros elementos dos vários ramos da instituição policial, o sinaleiro teve a sua história: história duma missão árdua e ingrata, por vezes, mas ao mesmo tempo garbosa, prazenteira e até hilariante!
O sinaleiro era pois a figura do agente do trânsito, o herói de tantos sacrifícios, ao sol e à chuva, implacavelmente preso ao seu pedestal ou de pés colados ao asfalto quente do pavimento. O sinaleiro era a atracção do turista, era a curiosidade da criança que passava, era para o camponês que ia à cidade, a figura senhorial que mandava e a quem tudo obedecia. O sinaleiro era o símbolo da polícia citadina."

 

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