Este será um espaço de reflexão e de partilha sobre assuntos relacionados com os temas da Segurança Interna, da Defesa Nacional e afins...
publicado por Vera Lourenço de Sousa | Sexta-feira, 27 Novembro , 2015, 19:14

Hoje deixo-vos o link para artigo America’s Rock Star Cops. Meet the elite chiefs who revolutionized policing nationwide, for better and for worse. Now they want to do it again.

 

Merece ser lido!

 

Eles revolucionaram o policiamento “moderno” nas últimas décadas. Introduziram novas filosofias e estratégias, depararam-se com o erro, especialmente em bairros de minorias mas não baixaram os braços e estão seguros de que estão  prontos para revolucionar o policiamento novamente. São a “elite” dos polícias nos EUA.

 

"Há certas coisas sobre as quais podemos conversar com as pessoas “normais” e há outras que só podemos falar com os Chefes”.

 

“ Os homens - e uma mulher - que se reuniram à noite no Hyatt Regency faziam parte de uma rede de elite, muito unida de estrelas de aplicação da lei que se descrevem como reformistas ou agentes de mudança".

 

“Não há nenhum manual, nem nenhum conjunto de normas que consiga uniformizar e orientar o trabalho de mais de 18.000 agencias policiais estaduais existentes nos EUA. Têm sido os Comandantes que ao longo dos últimos anos têm procurado preencher esse vazio e fazer aplicar estratégias de policiamento enraizadas na ciência social moderna”.

 

“São pessoas que se comprometeram com o policiamento profissional”. 

 

Foram eles que introduziram várias inovações como, por exemplo, o CompStat (uma ferramenta de gestão sobre a o qual o Segurança Interna e Defesa Nacional já falou aqui), a implementação da teoria do Broken Windows, a teoria dos “hot spot”, a técnica do Stop-and-frisk, entre outros, pese embora nalguns casos com problemas ao nível dos bairros de minorias (nomeadamente com elevado número de revistas a negros sem justificação legal).

 

 “Estamos a aprender com os erros dos últimos 20 anos”.

 

Agora juntaram-se novamente para dar continuidade ao trabalho. E já dão pistas sobre aquilo que os deve mover:

 

- Reduzir as Stop-and-frisk (dos 700 mil num ano queremos reduzir para cerca de 25 mil), torná-las menos musculadas e exigir por escrito a razão da diligência;

 

- Manter “viva” a teoria do Broken Windows mas alterar a “versão original” – torná-la menos reativa, menos invasiva e reduzir o número de detenções “por coisas menores”;

 

- Alterar a filosofia do Guerreiro para o Guardião. Queremos polícias compreensivos, com capacidade para ouvir, com força para defender o que está certo. “Using police officers as guardians is integral to the new gospel of the network,

 

Boas leituras!


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