Este será um espaço de reflexão e de partilha sobre assuntos relacionados com os temas da Segurança Interna, da Defesa Nacional e afins...
publicado por vls | Quarta-feira, 29 Abril , 2015, 21:44

PS.png

 Foto Jornal i


publicado por vls | Quarta-feira, 22 Abril , 2015, 17:04

Hoje deixo-vos um estudo de particular importância para todos aqueles que se dedicam às matérias da segurança rodoviária.

Falamos da obra "Custo Económico e Social dos Acidentes de Viação em Portugal", da autoria de Arlindo Alegre Donário e Ricardo Borges dos Santos, do final de 2012.

Em termos de conclusões, destaca-se a sua Análise econométrica, que indica que: "Os modelos econométricos e a análise da covariância evidenciam que o aumento das sanções, per se, na maioria dos casos, não é eficaz na diminuição dos acidentes rodoviários e seus efeitos, em termos de mortos e feridos". Todavia, "as medidas políticas que se consubstanciaram no aumento da probabilidade de aplicação da lei têm sido eficazes na diminuição dos efeitos dos acidentes, em especial, a que se traduziu nas alterações do Código da Estrada, agravando as sanções pecuniárias e obrigando ao pagamento imediato verificando-se a infração, bem como a relativa à “Tolerância Zero”.

Imagem1.png

Boas leituras! É só clicar!

 

 


publicado por vls | Quarta-feira, 22 Abril , 2015, 16:22

Os peões são utentes mais vulneráveis da via pública porque estão mais desprotegidos. A pensar nisso a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária desenvolveu este guia pensado para crianças, jovens e adultos. Um boa ferramenta que ensina e recorda as regras, normas e comportamentos a adotar. 

Imagem1.png

 É só clicar

 

 

 

 


publicado por vls | Sexta-feira, 17 Abril , 2015, 13:54

Hoje deixo-vos um manual de procedimentos policiais relativos a pessoas desaparecidas: Guidance on the Management, recording and investigation of missing persons. Secon Edition. 2010. London: National Policing Improvement Agency. 

Imagem1.png

 É só clicar na imagem!

Boas leituras!


publicado por vls | Quinta-feira, 09 Abril , 2015, 16:03

Poder-se-á definir a Educação Rodoviária como "um processo de aquisição de conhecimentos e desenvolvimento de capacidades que visa a formação do cidadão, enquanto passageiro, peão e condutor. Pretende-se assim promover a integração segura do indivíduo em ambiente rodoviário, o que pressupõe uma atitude crítica e participativa que implica não só a escola e a comunidade educativa mas toda a sociedade".

 

O comportamento em ambiente rodoviário é inseparável das relações sociais e a Educação Rodoviária indissociável da formação da pessoa, enquanto cidadão.

 

A família, a escola, as autarquias, os serviços de saúde e de segurança, a comunicação social e outras instituições, públicas e privadas, desempenham, consoante a sua natureza e o seu espaço de atuação, um papel determinante no desenvolvimento de processos de cooperação e de intervenção que se pretendem sustentados em estratégias de ação concertadas e adequadas às necessidades e características de cada contexto, de cada realidade.

 

Por tal motivo, hoje trazemos ao conhecimento o Referencial de Educação Rodoviária para a Educação Pré-Escolar e Ensino Básico.

 

Boas leituras!

 

Referencial Educação Rodoviária.pdf

 

 


publicado por vls | Quinta-feira, 09 Abril , 2015, 10:25

A Lei n.º 27/2006, de 3 de julho, aprovou a Lei de Bases da Proteção Civil, e definiu o Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS) como o conjunto de estruturas, de normas e procedimentos que asseguram que todos os agentes de proteção civil atuam, no plano operacional, articuladamente sob um comando único, sem prejuízo da respetiva dependência hierárquica e funcional.

 

O Decreto-Lei n.º 134/2006, de 25 de julho, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 72/2013, de 31 de maio, instituiu o SIOPS e estabeleceu um sistema de gestão de operações, definindo a organização dos teatros de operações e dos postos de comando, clarificando competências e consolidando a doutrina operacional.

 

O Despacho n.º 3551/2015, que hoje foi publicado, regula e define o desenvolvimento do Sistema de Gestão de Operações (SGO) e aplica-se a todos os Agentes de Proteção Civil (APC) e Entidades com especial dever de cooperação, quando empenhados em operações de proteção e socorro.

 

Para uma leitura: Sistema de Gestão de Operações.pdf


publicado por vls | Quarta-feira, 08 Abril , 2015, 21:10

O presente relatório (2014) é baseado em entrevistas realizadas a 42 000 mulheres dos 28 Estados-Membros da União Europeia. Este estudo mostra que a violência contra as mulheres, em especial a violência baseada no género, que as afecta de uma forma desproporcionada, constitui uma violação frequente dos direitos humanos a que a União Europeia não pode de modo algum ficar indiferente.

 

Este será, sem dúvida, o inquérito mais completo até à data realizado a nível da União Europeia (e mundial) sobre as diversas experiências de violência vividas pelas mulheres. Nele destaco o seguinte:

 

Contacto com a polícia e outros serviços

Um terço das vítimas de violência pelo parceiro (33%) e um quarto das vítimas de violência por parte de outra pessoa (26%), contactaram a polícia ou outra organização, como por exemplo uma orga­nização de apoio à vítima, após o incidente mais grave que sofreram. A taxa mais elevada de denún­cia da violência por parte do parceiro pode reflectir uma situação comum em que as mulheres já pas­saram por vários incidentes violentos numa rela­ção antes de se decidirem a denunciar o incidente mais grave, com o intuito de impedir a repetição ou a escalada da violência, ao passo que a violência por parte de outra pessoa tende a envolver inciden­tes isolados, em que o risco de repetição é menor.

O quadro que apresentamos reune informações pormenorizadas sobre o recurso aos serviços de apoio por autor e tipo de violência.

No total, 14% das vítimas denunciaram à polícia o incidente mais grave de violência perpetrado pelo parceiro e 13% o incidente mais grave de violência perpetrado por outra pessoa.

Cerca de um quarto das vítimas declararam que o sentimento de vergonha ou constrangimento que lhes causou o incidente mais grave de violência sexual perpetrado por um parceiro ou por outra pes­soa foi o motivo que as impediu de denunciá-lo à polícia ou a qualquer outra organização.

 

Necessidades não satisfeitas das vítimas

Quando inquiridas sobre o tipo de ajuda que teria sido útil, mulheres referem que, após o incidente de violência mais grave que sofreram, teriam acima de tudo desejado encontrar alguém que as escutasse e apoiasse (33%-54%), consoante o autor e o tipo de violência, ser protegidas (12%-25%) e receber outras ajudas de ordem prática (13%-21%).

 

Ultrapassar a violência

A maioria das vítimas (57%-60% consoante o autor e o tipo de violência) contaram a alguém o incidente mais grave que sofreram (quadro 5). Cerca de um terço das vítimas de violência pelo parceiro (35%) referiram que o apoio dado pela família e os amigos as tinha ajudado a ultrapassar a violência sofrida.

image005 (1).jpg

fra.pngÉ só clicar!

 

 

 

 

 


publicado por vls | Quarta-feira, 08 Abril , 2015, 20:54

Hoje deixo-vos o Relatório Anual de Segurança Interna 2014.

rasi imagem.png

É só clicar na imagem!


mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
links
Abril 2015
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
18

19
20
21
23
24
25

26
27
28
30


badge
blogs SAPO
subscrever feeds